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terça-feira, 31 de maio de 2016

Bike wine tour @ Quinta do Gradil


No passado dia 17 de Abril, realizou-se o 2º encontro Vinho sobre Rodas. Se o primeiro foi algo simples em que dois amantes destas vidas se juntaram numa prova cega seguida de uma pedalada nocturna, desta vez alguém decidiu fazê-lo por mim.

Há uns meses, o N.C. encontrou este evento e partilhou-o connosco. Escusado será dizer que decidimos seguir para a frente e marcar presença!
Fomos quatro, que são os suspeitos do costume... Todos estamos ligados a rodas e a vinhos de uma forma diferente... O N.C. é enólogo, o M.S. trabalha há anos com vinhos como especialista, o P.C. é um amante da arte biológica e eu sou "critico" vinícola. Sim, aspas porque até ter esse estatuto faltam-me uns anos, credibilidade e muito mais conhecimento...
O evento foi organizado pela Quinta do Gradil, responsável por fornecer os seus vinhos no repasto que precede a prova de 40km no meio das vinhas da quinta. E para ensopar o vinho que foi testado, estava o belo do porco no espeto...

Dos 40 km anunciados, a prova foi reduzida para 26 por questões de segurança. É importante referir que nos dias que antecederam a prova choveu torrencialmente e os trilhos estavam em más condições. Ok, nada que se compare ao martírio que foi a prova em Sobral de Monte Agraço mas mesmo assim a lama marcou presença de forma chata e constante...

Foi um evento interessante a nível de paisagem porque passamos pelas enormes cubas de inox e por várias vinhas.

A nível de classificação geral, fiquei em 58º lugar, num total de 96 participantes. No meu escalão (seniores), fiquei em 6º, num total de 8 (vá, podia ser pior :) ).

Fica o vídeo feito pelo P.C. da prova onde os restantes três intervenientes vão aparecendo e o vídeo oficial do evento publicado pela Quinta do Gradil.




sexta-feira, 29 de abril de 2016

10 Maio - Global Bike to Work!

Acabei de me juntar a Global Bike to Work Day na Strava. Também vais alinhar?
Tudo se resume ao dia 10 de Maio...

terça-feira, 19 de abril de 2016

Mercado de vinhos Cascais - 2º ano

 

Porque a experiência do ano passado foi boa, este ano é para repetir!
A data está definida e marcada na agenda. Esperam-se ao longo de Abril umas iniciativas interessantes, todas de seguida. Não vou parar quieto :S

Maratona Sobral de Monte Agraço - A prova

 

Pela primeira vez para o M.S. e para o Pai que iriam a um evento de bicicletas organizado. Eu tinha tido em Dezembro a experiência do Nocturno no Barreiro mas isso foi um passeio. Desta vez estamos a falar de uma prova. Embora fossemos para passear, é inevitável que pensemos na parte da competição. No meu ponto de vista, a competição é contra mim mesmo... E quais eram os objectivos?
  • Acabar a prova
  • Não haverem falhas mecânicas
  • Não haverem acidentes
  • Não ser o último na geral
  • Não ser o último no meu escalão
  • Mas mais disso abaixo...
A abertura do secretariado era às 7:30. Ora isto envolve chegar cedo, sair de casa cedo e acordar ainda mais cedo... O meu despertador tocou às 5:00. Por mais que me tenha custado levantar (estava a morrer de sono), a ideia de ir andar de bicicleta supera o peso nos olhos e as garras da minha almofada que não me queria deixar levantar...
Tudo preparado de véspera, tive apenas de por a Shorty no suporte, a Torah desmontada na mala e seguir ao encontro do M.S. com quem tínhamos encontro marcado às 6:30.
Vertex em cima do carro no outro suporte e seguimos viagem com destino a Sobral de Monte Agraço. A previsão meteorológica não era a melhor, com ameaças de chuva torrencial. Para não falar do que já tinha chovido nos últimos dias. Afastava de mim os pensamentos de lama extrema que em Monsanto me deram tantos problemas..
E lá esteve a chuva e nevoeiro a fazer-nos companhia durante o caminho mas decidiu ficar por lá. Ao chegar, estava frio (eram 7:45) mas sem chuva. Estacionamos, fomos buscar os dorsais e regressamos para preparar as máquinas.
Antes do inicio da prova, entramos para a nossa box de partida e ficamos bem para trás para não apanhar toda a confusão dos galifões que estão cheios de pica no inicio mas que ao final dos primeiros 5km já estão a morrer... Eu vou devagar do inicio ao fim, sem pressa de acabar porque não estou lá para competir.
Lá deu a partida e começamos a odisseia de 36,8km por trilhos de Sobral... Lama? Sim muita! Depois de 600 pessoas passarem nos singles do percurso, se já estava lamacento da chuva torrencial da madrugada, ficou muito pior. Mas pior a um nível que se torna ridículo!
Sempre que fazia um troço, tinha de parar para tirar 2 a 3 quilos de terra do quadro, pneus e de mim próprio. Por mais exagerado que possa soar, acho que estou a ser simpático... Lama, lama e mais lama! E claro que com isto vem o tempo a levar a bike pela mão pela falta de aderência, principalmente a subir... Os pneus ficavam com uma camada tal de lama que a aderência era zero!
Passamos mal, fartei-me de andar a pé e demorei mais de 4h a acabar os 35 km. É verdade que neste tempo inclui-se as paragens em abastecimentos, as esperas uns pelos outros, etc...

A nível de classificação, ficam os resultados:
  • Geral: 
    • Posição - 346
    • Total terminaram - 360
    • Total com desistências - 457
  • Escalão:
    • Posição - 45
    • Total terminaram - 47
    • Total com desistências - 68
Resultados oficiais em: http://maratonasma.weebly.com/classificaccedilotildees.html

Depois desta terminar, venha a próxima. Como referi em cima, o objectivo é superar-me e estar a fazer algo que gosto, acompanhado das pessoas que gosto!

NOTA - É verdade que tenho este post escrito há mais de uma mês... É verdade que nesta altura, para além deste, já fui a outro evento... Mas não há de ser nada... Mais vale tarde do que nunca :)

sábado, 5 de março de 2016

Maratona Sobral de Monte Agraço


Eu, o meu Pai e o M.S. já estamos inscritos. Pela primeira vez vou entrar num encontro no qual existirá classificação e tempos.
Nenhum de nós irá competir, vamos a isto pela experiência e para terminar a prova. De qualquer forma, ter uma classificação no final sabe sempre bem.
Garanto que em ultimo lugar não fico!

Vamos fazer a meia maratona onde 35km e mais ou menos 750m de altemetria separam a partida da meta.

Darei mais feedback depois da prova :D

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O primeiro encontro Vinho Sobre Rodas - O noturno de São Silvestre


Anunciado há muito, o nocturno de São Silvestre é um clássico que se repete todos os anos pela altura do Natal. Trata-se de um passeio nocturno organizado pela Fidal Bike do Barreiro que pretende juntar os amantes do BTT numa causa solidária de apoio aos mais carenciados. A inscrição era de apenas 2€ e um bem alimentar para uma instituição de caridade.
O percurso ronda os 30km, sendo uma parte em cidade (Barreiro) e outra em terra (Mata da Machada).
Antes de nos pormos ao caminho, conheci dois dos elementos que iriam estar no grupo. Enquanto fazíamos a prova de vinhos, o N.C. (que além de enólogo é amante das duas rodas) juntou-se a nós e entretanto chegou também o A.C., pai dos dois que já estavam comigo. Com muitos mais km nas pernas que eu, o A.C., com a sua idade já respeitável, é um exemplo perfeito de como o andar de bicicleta não tem idades. Quem me dera a mim chegar aquele nível, com a boa disposição e forma física que tem. Um verdadeiro senhor! Para não falar da sua enorme simpatia!
A caminho do local de encontro, juntou-se a nós mais uma pessoa da qual muito tinha ouvido falar mas que ainda não conhecia pessoalmente: O B.B. Pelo que o P.C. me foi falando ao longo da minha evolução, também o B.B. começou do zero, passou a usar a bicicleta como meio de transporte para o trabalho e tornou-se num amante das duas rodas. A nossa história é mesmo muito parecida!
Chegado ao ponto de encontro, fiquei boquiaberto. Nunca tinha visto tantas bicicletas juntas, muito menos à noite. Verdade seja dita, também nunca tinha ido a um evento do género.
Fizemos a inscrição e aguardamos pela partida. Nesta altura chegava o ultimo elemento da equipa, o P.J.

Tiramos a bela da foto de grupo antes do arranque e tudo estava a postos para a loucura de 30 km feitos em conjunto com montes de pessoas :)

Claro que as coisas correm de forma bem diferente do que imaginei...

Na hora da partida, reparamos que o B.B. tinha ficado onde tínhamos estacionado para a inscrição. Tudo e todos arrancaram, o que demorou uns belos 5 minutos (não fossem cerca de 1000 :P). Eu e o P.C. fomos ver o que se passava e deparamos com o B.B. atarefadíssimo de volta da roda. Clássico! Furo antes de arrancar...
Acho que nunca tinha participado numa troca de câmara de ar tão rápida como esta. Eramos três de volta da bike, cada um com um detalhe, tal e qual um pit stop de um F1!
Ainda conseguimos dar umas pedaladas valentes e apanhar o final do pelotão da confusão...
Estava tudo ok e estávamos de volta ao grupo, como se nada tivesse passado... ou não...
Cerca de 500 mais à frente, depois de já estarmos reunidos com o resto do nosso grupo, o B.B. parou novamente... Ora não é que o raio da roda da frente estava novamente vazia?! Pois é...

Paramos em frente a um café que ainda estava aberto àquela hora porque as câmaras de ara suplentes tinham acabado... Como ele tinha roda 26, mais ninguém o podia ajudar e o P.C. já tinha fornecido a dele.
Tivemos logo a noção de que iríamos ficar para trás, afastados do grupo e sem saber por onde eles iam (o percurso não é disponibilizado, seguimos alguém da organização). Ficaram novamente os mesmos três parados, desta vez com a necessidade de fazer um remendo...
Roda desmontada, um foi ver onde estava o furo (entrou pelo café a pedir para verificar) enquanto os outros ficaram a rever o pneu e onde estavam os remendos... Mão dentro do pneu e encontramos o culpado! Então não estava um pionés espetado lá?! Bem podíamos continuar a trocar câmaras de ar e a por remendos que aquilo havia sempre de furar. Belo do erro da pressa em não confirmar o que tinha causado o primeiro furo... CÊPOS! E sim, estou a falar de mim... Qualquer um de nós devia de ter pensado nesse passo básico ao ter um furo...
Passado cerca de 15 minutos, entre verificação de furo, remendar, encher e montar, lá nos metemos novamente a caminho, sozinhos, pelas ruas do Barreiro...

A aventura estava apenas agora a começar...
Agora que estávamos em total condição de continuar, estava na altura de descobrir onde estava o resto do pelotão. Eramos as únicas três almas penadas que estavam atrasadas...
O P.C. ligou para o irmão que tinha seguido com o grupo para descobrir onde estavam. E foi ficando para trás... Sim, porque falar ao telemóvel enquanto se anda de bicicleta, no meio da cidade, não é uma tarefa propriamente simples. Eu e o B.B. íamos devagar e desacelerando para que ele não nos perdesse de vista e não ficarmos ainda mais separados do que já estávamos.
Passados uns minutos, lá soube onde estavam. Tínhamos de acelerar para apanhar o grupo antes de entrarem na mata da machada sob pena de não conseguirmos mesmo encontra-los!
Atalho sobre atalho (digo eu porque não conheço absolutamente nada daquela zona), passamos por vias rápidas, zonas residenciais, zonas onde não se via nada e zonas onde ao fundo conseguíamos ver as luzes azuis dos carros da policia (sinal de que nos estávamos a aproximar).
Mais um esforço, atalhos e mais pedaladas e encontramos todo o grupo parado num cruzamento, para reagrupar com os mais atrasados. Custou mas conseguimos apanha-los usando caminhos alternativos. Esperamos que o grupo arranca-se e eventualmente o resto dos elementos com que estávamos haviam de passar por nós. Assim aconteceu. Estávamos todos reunidos e a aventura podia continuar. Admito agora que em certa altura temi que não os conseguíssemos apanhar...

Quanto mais andava, mais tinha a noção da dimensão do encontro. Viam-se pessoas de todas as idades, classes sociais. Naquela altura, os elitistas das duas rodas juntavam-se aos ciclistas de fim de semana e aos que andam uma vez por ano.

Entramos mata dentro e no meu "habitat natural". Tinham-me alertado para a areia que iríamos apanhar e para a falta de luminosidade . Como se não bastasse o cerrado de árvores à nossa volta, a lua não estava cheia e o tempo mesmo muito nublado.

Sempre que existia algum obstáculo no trilho ou uma secção complicada de areia, estava sempre alguém da organização a indicar esse facto, apontando as suas luzes para o trilho e dando indicações da melhor forma de passar.

Trilho fora, fomos papando quilómetros, sempre a pensar quando começaria a chover, dado que as previsões climatéricas não eram as mais animadoras...
Saímos da mata e com isso chegava também o abastecimento. Era a oportunidade de juntar todo o grupo e recarregar baterias. Estava à nossa espera um grande chá quente e bolo rei. Eu que não gosto de todo deste bolo, comi-o com uma satisfação fora do normal! E o chá?! Não havia melhor bebida para a ocasião!

Passados 30 minutos, estava na hora da segunda parte, que era bem mais curta e que ocorria apenas em cidade. O P.C. aproveitou para e mostrar alguns locais da cidade por onde passávamos, enquadrando-me da sua história. Pai e irmão juntaram-se a nós para fazer o mesmo e gomos trocando impressões até ao fim do trajecto.

No local da partida, onde também terminava o passeio, estava à nossa espera o caldo verde. Dada a dimensão do encontro, a fila era colossal e a espera iria ser longa. Desistimos da ideia e seguimos a caminho de casa...

Depois de parar, desmontei a Trailrock, pu-la no carro, despedi-me de todos e arranquei rumo a Cascais.

Foi preciso arrancar para começar a chover... Muito! Desta vez correu bem a nível meteorológico, vamos a ver como é no próximo ano :)

domingo, 17 de janeiro de 2016

O primeiro encontro Vinho Sobre Rodas - A prova de vinhos



Porque tudo tem um procedimento e sendo nós meio novos neste mundo das provas, decidimos definir algumas regras para o encontro:
  • Cada um iria escolher e comprar uma garrafa (a sua escolha) sem dizer o que era
  • O preço foi acordado que estaria entre os 4 e os 6 euros (promoções aplicadas contavam, o que importa é o preço final)
  • A garrafa teria de ser coberta para se aplicar o conceito de prova cega
  • Ambos provávamos de ambas as garrafas, à vez
  • Cada um dava a sua opinião, sendo o primeiro a falar, o "adversário" da garrafa
  • Ganhava a garrafa que tivesse a melhor classificação entre os dois
  • Ambos os vinhos teriam de ser tinto

E eram estes os "pesos pluma" (link para o Vivino por baixo das imagens):
Representado pelo P.C., do Douro, o Val da Dorna de 2011, das Caves Murça, para o preço de 5.99€:

Representado por mim, das Beiras, o Beyra Reserva de 2013, do Rui Reboredo Madeira, para o preço de 4.99€ (consegui-o por menos um euro porque estava em promoção):


O primeiro em prova foi o Val da Dorna. Agradável, com aromas muito interessantes de fruta madura. No copo é um rubi claro, com lágrima pouco acentuada. Na boca, esperava um corpo mais cheio e o final era demasiado curto. Um vinho simples mas com potencial de agradar a maioria (vinho fácil).
Sobre o Beyra, a experiência foi totalmente diferente... No nariz, muito mais tímido, não fazendo adivinhar grandes surpresas, mas acontece o inverso. Muito delicado, mistura uma complexidade muito elevada para a gama de preços. Não considero que seja um vinho para qualquer boca dada a sua mineralidade. O corpo é médio e o final muito longo, deixando uma agradável vontade de beber mais um pouco.

Embora a decisão do vencedor tenha sido unânime, decidimos chamar um especialista para confirmar o que tínhamos decidido.
Na casa de baixo, mora o N.C., irmão do P.C., que curiosamente é enólogo. Não havia pessoa melhor para garantir a imparcialidade das nossas análises leigas.
De garrafas novamente tapadas, provou ambos e chegou ao mesmo veredicto. O Beyra foi o vencedor da noite!

Desta forma, tivemos um belo jantar de petiscos (e que petiscos!), em excelente companhia! Venham mais!





Agora estava na altura das rodas...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

O primeiro encontro Vinho Sobre Rodas - Apresentação


Com cerca de duas semanas de atraso, escrevo sobre uma das experiências mais fixes do ano. Pela primeira vez, consegui realizar o verdadeiro Vinho sobre Rodas!

Mas tudo isto tem uma explicação. Ora vamos por partes:

Tudo começou com o P.C. a falar-me de um evento noturno anual que se realiza no Barreiro, pela altura do Natal. Falamos disto há muito tempo (penso que a primeira vez foi em Abril de 2015, quando comecei a levar as duas rodas mais a sério).
Os meses foram passando e quando foi publicada a noticia que o S. Silvestre se ia realizar novamente, lá acertamos que iríamos juntos, mais quem quisesse alinhar...

... e surgiu a ideia: "Já que vamos pedalar à noite, porque não fazermos uma prova de vinhos antes disso? Afinal de contas temos de jantar!"

E assim foi... Iríamos encontrar-nos durante a tarde, antes do evento, para uma prova de vinhos, acompanhada de uns belos petiscos. Depois disso, juntavamo-nos aos restantes participantes para queimar as belas calorias que os enchidos, queijos, grelhados e vinhos nos tinham dado. O plano ficou traçado e definimos os detalhes para cada uma das partes... 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Bike to work day

18 de Setembro foi o dia do Bike to Work. Esta é uma iniciativa anual, organizada pela E-Lisboa, inserida na semana da mobilidade.
Estava eu na empresa há muito pouco tenpo quando ocorreu no ano anterior e não participei. Estr ano, dadas as minhas altereções em estilo de vida, não poderia faltar!
A todos os que se inscreveram, foi dada uma T-Shirt e dois identificadores do evento, que deveriam ser colocados na bicicleta para indicar que fazíamos parte da iniciativa.

Acabadinho de chegar a Lisboa... Como nesta altura a Utopia ainda não estava pronta, levei a Trailrock. O que tive de garantir é que não levava mochila (pelas razões que diversas vezes referi).

O momento do encontro foi às 14. Todos os inscritos deveriam levar as suas respectivas meninas de duas rodas, vestir a T-Shirt e esperar pelo "recuerdo".

Embora a parte óbvia deste evento seja a promoção da bicicleta como meio de transporte para o emprego, existem prémios a atribuir. Há dois anos que a minha empresa ganha na categoria de +50 colaboradores. Vamos a ver se este ano conseguimos o terceiro...

Para votarem, segue aqui o LINK para o efeito. As votações terminam a 6 de Outubro, às 11:30.

Para mais informações sobre a E-Lisboa ou o evento, consultar os seguintes links:

domingo, 31 de maio de 2015

Mercado de Vinhos Cascais 2015 - O meu primeiro evento de provas


Embora me considere um apreciador de vinhos, até ao momento, nunca tinha ido a um evento onde tivesse a possibilidade de andar de "barraquinha em barraquinha" a provar vinhos.
A acompanhar-me, tinha o meu grande amigo e especialista de vinhos M.S. que me introduziu às técnicas de prova e com quem pude partilhar opiniões.
Curiosamente, no final do evento, o balanço de garrafas pendia mais para o meu lado do que do dele.

Então quais foram as minhas aquisições? Abaixo cada uma delas em detalhe:



Senhor D'Adraga


Região: Lisboa
Ano: 2013
Tipo: Tinto
Castas: Desconhecidas
Preço: 4,50€

Comentários:
Foi a primeira aquisição do dia. Curiosamente já conhecia o vinho e tive para o comprar ha cerca dois meses. Encontrei-o à venda no Aldi a um preço superior do que o consegui adquirir hoje. Na altura tive medo de arriscar mas fiquei bastante curioso por ser um vinho da "minha área". A quinta é em Colares e nunca tinha experimentado um vinho dessa zona.



Quinta das Pereirinhas Superior


Região: Minho
Ano: 2014
Tipo: Verde
Castas: Alvarinho
Preço: 7,00€

Comentários:
Único vinho verde adquirido.












Quinta da Caldeirinha - Estorninho

Região: Beiras
Ano: 2011
Tipo: Tinto
Castas: Rufete, Mourisco, Alicante Bouschet, Aragonez, Syrah, Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional
Preço: 6,00€

Comentários:
Estive bastante tempo à conversa com a vendedora que me explicou que a quinta que produz estes vinhos, trata-se de um negócio familiar de um casal que certo dia decidiu largar a vida da cidade, mudar-se para as beiras e começar a produzir vinho. Trata-se de uma quinta que apenas produz vinhos biológicos.
Nota muito positiva para o "Três Castas" da mesma quinta que embora não o tenha comprado, também é muito interessante (mas mais caro).


Arundel Young

Região: Alentejo
Ano: 2012
Tipo: Tinto
Castas: Syrah, Tempranillo, Alicante Bouchet e Trincadeira
Preço: 4,50€

Comentários:
Comprei duas garrafas. Não por ser o mais genial ou o que mais gostei mas sim porque é ideal para um almoço que iria ter no dia a seguir com a minha família :)
Para além deste, no mesmo stand adquiri o vinho seguinte.

Joaquim Amaral

Região: Setúbal
Ano: 2012
Tipo: Moscatel de Setúbal
Castas: Moscatel de Setúbal
Preço: 14,00€

Comentários:
Moscatel de Setúbal é, para mim, a melhor bebida alcoólica existente à face da terra. Pelo menos das que provei até hoje. Como sou um adepto deste estilo, estou "mal habituado" a beber coisas boas. Como tal, não conhecendo, estava meio a medo. Infundamentado! É mesmo muito bom. Caro, sem dúvida alguma, mas penso que justifica.




Adegamãe - Petit Verdot

Região: Lisboa
Ano: 2012
Tipo: Tinto
Castas: Petit Verdot
Preço: 8,00€

Comentários:
Quando vi a casta que era, fiquei com "as antenas no ar". Foi o primeiro vinho do stand que quis provar. Conforme suspeitava, é simplesmente genial. Para mim, o melhor vinho que bebi em todo o evento! Comprei duas (com uma negociação interessante com o vendedor consegui tirar 4€ ao total que iria pagar por estas duas mais a garrafa seguinte).




Adegamãe - Cabernet Sauvignon

Região: Lisboa
Ano: 2012
Tipo: Tinto
Castas: Cabernet Sauvignon
Preço: 8,00€

Comentários:
Não costumo ser um fã de mono-castas de Cabernet. Os que bebi até hoje têm tendência a serem demasiado irreverentes e vegetais. Talvéz por também não terem sido as melhores escolhas...
Este apresenta-se complexo, com a acidez necessária e absolutamente genial no nariz. Estou mesmo muito curioso de o por à prova na mesa.



Dory

Região: Lisboa
Ano: 2011
Tipo: Tinto
Castas:
Preço: OFERTA!

Comentários:
Ainda no stand da Adegamãe, depois do desconto que tive, ainda tive direito a uma garrafa de 375 de Dory de 2011. Este foi o ano em que este vinho recebeu 92 pontos pela Wine Enthusiast e que bebi quando foi lançado no mercado (antes da critica que indiquei). É muito bom e justifica-se a subida de preço eu teve dada a fama que ganhou e a qualidade que tem. Claro que como consumidor, preferia que tivesse mantido o preço mais baixo :)



Foram bastantes as provas que realizei nesta manhã. Gostaria de deixar a critica a todas as provas mas torna-se impossível. Não posso é deixar de falar da prova do vinho de Carcavelos!
Pela primeira vez (tal como o vinho de Colares), tive a oportunidade de experimentar um vinho de um género raro e por isso muito caro. É bom, bastante bom e apenas justifica o preço de cerca de 30€ por garrafa pela pequeníssima produção. Fora isso, penso que é caro demais.
Deste tipo, provei duas variedades diferentes:

2005 - Politicamente correto, doce, bom! Fantástico para aperitivo. É produzido numa parceria entre a Câmera Municipal de Oeiras e a Estação Agronómica de Oeiras. Vendido em garrafas de 375, a 14,50€ cada.

1991 - Sabor a madeira muito mais evidenciado, menos doçura na boca e mais travo a aguardente. Este é produzido por uma pequena quinta em Carcavelos (não fixei o nome) e é mais aconselhado para digestivo (no meu ponto de vista). 

Ambos foram servidos a uma temperatura pouco mais baixa do que a ambiente (diria que a cerca de 13/14 graus).


E foi esta a minha experiência... Sem dúvida alguma que é para repetir! O problema será escolher caso seja um evento maior. Se neste que tinha apenas 12 stands tive algumas dificuldades em escolher quais seriam as minhas compras, imagino num maior!

sábado, 23 de maio de 2015

Mercado do Vinho 2015 Cascais


Evento Facebook: https://www.facebook.com/events/917912651609795/

Lê-se o seguinte na página do evento:

Vinho, queijo e enchidos das várias regiões do país, são o mote para novo encontro no Mercado da Vila em Cascais! 
Do branco ao verde, do tinto ao rosé, são mais de cem referências de vinhos presentes no evento que decorrerá entre os dias 28 de Maio a 31 de Maio trazidas ate nós por produtores das várias regiões de norte a sul do País

Esperamos por si!


Decerto que darei uma "perninha" lá. Este tipo de iniciativas são sempre muito bem vindas. Principalmente quando se realizam perto de casa :)