quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Trailrock - Versões 0.1 e 0.2


Como estou em período de transição, neste momento tenho na mesma apenas uma bicicleta para os dois tipos de utilizações que faço (urbano e BTT). Por essa razão, a Trailrock não terá apenas uma mas (pelo menos) três versões. Pelo menos é isso que tenho planeado...

Versão 0.1:
Considero a versão 0.1 o status inicial, 100% original, sem qualquer tipo de modificação:


Versão 0.2:
Como vou continuar a ir para Lisboa, tive de lhe fazer algumas alterações para que as viagens sejam mais confortáveis. Por experiência anterior, sei que pequenas alterações, diminuem drasticamente o esforço e aumentam o conforto:



Lista de modificações:
  • O porta-bagagens - Talvez seja a alteração mais notória em termos visuais e também em termos práticos. Se fica bonita? Não! Se fica prática? Sem dúvida. Utilizando a frase de um colega "A tecnologia tem o intuito de nos servir e não nós que servimos a tecnologia". Tudo o que me facilitar a vida, vou usar, mesmo que isso afecte o design. O que interessa é como eu me sinto e não o que os meus olhos vêem!
    Para que a fixação superior fosse possível, tive de adaptar o parafuso do banco. Guardei o que vinha fornecido para a próxima versão (dispenso o saca rápido no banco porque apenas eu a uso). Arranjei um parafuso mais comprido, com o mesmo passo de rosca (a braçadeira que aperta o veio é auto-roscante), duas porcas para servirem de espaçadores, duas anilhas para melhorarem a força aplicada e uma porca para fixar tudo no fim.
A artimanha para fixar os apoios superiores
Visão lateral
Visão traseira

  • Os reflectores das rodas - Sendo esta uma bike para fazer 90% do seu tempo fora de estrada e para andar de dia, os reflectores originais foram retirados. Ainda tentei tira-los com cuidado para uma possível utilização futura mas não foi possível...
O que restou dos reflectores. Sou mesmo um carniceiro :)

  • O suporte do telemóvel - Este é um acessório que não dispenso. Veio da Torah e será aplicado sempre que trocar de bike. Na verdade, embora neste momento apenas tenha uma a funcionar, já comprei o segundo para o próximo projecto (estará neste momento algures entre a China e Portugal porque os compro no EBay). A fixação está meio precária porque parti o apoio inferior ao apertar demasiado. Irei proximamente desmonta-lo e adapta-lo para que fique seguro.
A visão quando se está a pedalar
Visão lateral

  • Os pedais - Os que vieram eram muito parecidos com os que comprei há cerca de um mês atrás para a Torah (teve de ser porque um se partiu no assalto nocturno - mais info aqui). A única diferença são os pequenos "picos" que adicionam mais atrito e aderência ao calçado. Com tempo húmido ou mesmo em chuva, faz a diferença. Troquei os da Torah para a Trailrock e vice versa.
Os pedais de origem
Os pedais que tinha comprado para a Torah e usei durante duas semanas

  • A protecção para o desviador traseiro - Porque não o dispenso... Andar em trilhos estreitos e a passar por caminhos cavados pela água das chuvas, todo o cuidado é pouco. Foi comprado para a Torah e transitou para a Trailrock. Tive de lhe dar um "pequeno toque" (como quem diz entorta-lo ligeiramente) para que não roçasse no desviador. Antes fazia um ângulo de 90º e agora está um pouco mais aberto.
Antes da protecção instalada
Depois da protecção instalada

  • Os suportes para a água - Porque a maior parte das bicicletas não o trazem de origem, mais uma vez, transferi o que tinha na Torah para a Trailrock. Porque eu destilo totalmente quando ando mais do que 1 km (parece exagerado mas é verdade), tenho de ter dois.
Preparadinho para mais uma ida para o trabalho. Foto tirada às 7:00 :)

Existem depois os normais ajustes do banco, manetes de travão, manetes de mudanças, etc e tal. Mas essas não são propriamente modificações e por isso não têm direito a destaque.

Todas estas modificações foram feitas no dia em que a comprei. Na realidade, a versão 0.1 é apenas um benchmark/concept para futura comparação.

Em termos de planeamento, a próxima versão será a 1.0. Nesta, pretendo que fique finalizada e exclusivamente a ser usada fora de estrada. Nessa altura, darei por concluído o Projecto Offroad!

NOTA: Ao contrário do que indiquei num post anterior, não vou mudar o nome deste projecto. Será Projecto Offroad e não Projecto Trailrock. Já me habituei ao nome e assim as tags dos posts vão funcionar correctamente sem necessidade de edição posterior :)

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Novo projecto! Ou será que não...?


Para explicar ao que me proponho com este "novo" projecto, tenho primeiro de explicar uma pontas soltas que deixei nos últimos posts...


Q. Afinal que raio se passou com a Torah?


R. Esta é a pergunta mais óbvia a fazer. E a explicação é bastante lógica. Como indiquei antes, pensei bastante durante as férias sobre o que fazer e como avançar com os diversos projectos. A parte de Offroad já foi explicada. O que mudou com a Torah foi ter pensado que fazia mais sentido dá-la ao meu pai do que altera-la para eléctrica. As vantagens eram imensas e nunca me tinha apercebido disso! Venham de lá os famosos tópicos que uso a toda a hora:
  • Dar o que posso a alguém que precisa - Algures no inicio deste blog, expliquei a situação laboral do meu Pai e o quanto ele gosta de pedalar. Falei também da sua velha bike, sem suspensão, com muitas folgas e pintura a pincel para evitar a ferrugem.
    O correto a fazer era oferecer-lhe a Torah! E aqui está a explicação de continuar a vê-la todos os dias. Sempre que vou andar com ele, lá está a Torah em todo o seu esplendor, a servir o propósito para o qual foi criada (não por mim mas pelos fabricantes da Berg): Estar fora da estrada...
  • Alterações técnicas mais complexas - Modificar a Torah para eléctrica iria dar-me umas quantas dores de cabeça que não tinha previsto inicialmente:
    • Travões de disco vs. Motor eléctrico - Os motores que ando a ver, aplicam-se a uma das rodas, passando o eixo da jante, o motor. Todas as alterações que pesquisei, envolvem V-Brakes. Não digo que não fosse possível mas decerto que seria mais complicado. Adicionalmente, caso quisesse passar para V-Brakes, o quadro da Torah não estava preparado. Qualquer uma das saídas ia ser difícil...
    • Peso já elevado - Só o quadro pesa muito. Mais os pneus, mudanças, travões e todos os acessórios necessários para a cidade iam pô-la muito pesada. Isto era exequível quando não tinha um motor, controlador e bateria. Já estão a imaginar eu a pedir ajuda para entrar e sair do comboio porque tenho um monstro de 30 kg?! Pois... Se calhar não era boa ideia.
    • Quadro demasiado largo - Um quadro robusto é das melhores coisas que se pode pedir. Mas o da Torah é demasiado robusto! Para além da parte óbvia do peso, na cidade não tenho necessidade de andar com um "bicho" que foi feito para levar pancada da grossa.
    • Adaptabilidade aos acessórios citadinos - Quando uma coisa não é criada com um determinado intuito, sirvo-me sempre da criatividade e algum engenho para dar a volta à situação. Mas isso tem o seu preço! Pode ser em estabilidade, peso ou mesmo design.

Q. Posto isto vais deixar o projecto cair por terra?


R. NÃO!! Nem pensar! O projecto da bicicleta eléctrica é uma das principais razões para a existência do VinhoSobreRodas! Se deixasse de existir, provavelmente aconteceria o mesmo ao blog... Acabava!

Q. Então como vais fazer? Como vais fazer o projecto andar?


R. No meio destas trocas e baldrocas sobrou uma bike não foi? Pois é! Será ela o meu objecto de estudo para as próximas semanas, a minha tela em branco e o meu passatempo!

Q. Como é que ela é? Em que estado está? Mostra mostra!


R. Apenas vou mostrar como estava antes de lhe mexer. Como era antes de passar para as minhas mãos. O trabalho que estou a desenvolver será gradualmente publicado, conforme o vá fazendo...
Proximamente, hei de por o meu plano de "implementação" "em cima da mesa" (leia-se num novo post). A única coisa que posso adiantar para já é que se vai chamar Utopia...


terça-feira, 1 de setembro de 2015

Stats de Agosto


Mês em que apenas andei na segunda quinzena (restos da lua de mel, ida ao Algarve e descanso pré regresso ao trabalho). Mesmo assim, sem estar bem à espera destes resultados, esforcei-me bem! A ajudar aos kms percorridos está a Pikena que finalmente começou a levar o carro todos os dias para o trabalho. Agora, para ir para a estação, ou levo a bike ou vou a pé!


Mês anterior:
Tempo: 2h24m
Distância: 23,7Km
Ganho de altitude: 589m
Número de voltas: 1


Agosto 2015:
Tempo: 12h52m
Distância: 185,9Km
Ganho de altitude: 2425m
Número de voltas: 29


Acumulado 2015:
Tempo: 48h11m
Distância: 732,4Km
Ganho de altitude: 8030m
Número de voltas: 111



Antes de começar já a dizer que estou à frente do P.C. no Distance Challenge, tenho de ser justo e dizer que a meio do mês, antes de voltar ao trabalho, estava a perder por cerca de 70km. As contas apenas são publicadas no fim do mês e tinha de ser justo e apresentar a fantastica recuperação que ele fez nas férias! De uma forma ou de outra, esforça-te mais porque eu já te passei novamente!

Distance Challenge:
Eu: 732,4Km
Ele: 649,0Km
Diferencial: +83,4Km

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Porque depois da tempestade vem a bonanca


E será que era justo eu andar com tanta coisa sobre rodas e cenas e o camandro e depois acabava com tudo de um dia para o outro?

Antes que pensem que o dia das mentiras alterou a sua data, tudo o que disse no post anterior é verdade! A Torah já não me pertence. No entanto, irei continuar a vê-la todos os dias :)

Então mas que raio de confusão é esta??!! Vamos lá iniciar os esclarecimentos: 

Quando estive de férias, pensei bastante em como seria a forma mais eficiente de alocação de recursos (leia-se bicicletas) para as necessidades que tenho. Já se tinha tornado claro que apenas uma bike não era o suficiente para satisfazer as minhas necessidades urbanas e de offroad (daí existirem os Projectos Offroad e E-Torah). Isto já tinha dito antes portanto não é novidade. Então o quê que mudou?

Este fim de semana, mais precisamente no sábado, fartei-me de esperar. Estava na altura de fazer o upgrade e por em curso o projecto Offroad...

Portanto (soem os tambores...), ei-la:


Esta é a Trailrock 50, a minha aposta para o projecto Offroad. De toda a pesquisa que fiz e dentro do budget que tinha, foi a melhor opção. Comprei-a nova, na Sport Zone (link).

Algumas das razões para a minha escolha:

  • Travões hidráulicos: Se há coisa onde a diferença é notória, é no momento da travagem. Tanto para estrada como para terra, a resposta é genial. Precisos e eficientes!
  • Suspensão mais longa: Novamente, entre a nova e a antiga a única semelhança é ambas serem suspensões. Tudo o resto é pura coincidência.
  • Roda 27,5: Depois de ter experimentado uma bicicleta com a roda maior, notei a diferença tanto em velocidade como em esforço despendido. 29 não seria uma hipótese porque sou baixinho :)
  • Peso: No total, pesa 14.2 kg, bem menos que a antiga Torah. A passar portões e correntes com ela às costas, toda a redução é bem vinda!
  • Preço: De todas as que vi, sem dúvida nenhuma que tem uma excelente relação qualidade preço. Claro que há melhores, mais caras e mais bonitas mas tinha de ter em conta o tipo de utilização que iria ter. Não sou nenhum profissional e por isso não se justifica ter algo de nivel superior em função de preços astronómicos.

Um pouco de slide show :)








O senhor muito simpático da loja (not), que entendia mesmo muito do assunto (not), fez o favor de a afinar toda e mais valia te-la deixado quieta porque não havia um único parafuso apertado decentemente nem uma mudança que entrasse correctamente. Quando cheguei a casa, lá fui eu pô-la no ponto...

sábado, 29 de agosto de 2015

O adeus...


Embora sempre soubesse que o dia viria, por mais que saiba que é melhor assim, por mais que diga que não, custa sempre...




Hoje, Sábado, dia 28 de Agosto de 2015, despeço-me de ti, com alguma tristeza mas com muito orgulho!











Tenho a agradecer-te o apoio, o estares sempre comigo, nunca me teres deixado mal, nunca teres tido um furo e por me teres carregado ás costas todo este tempo...









Agradeço-te pelos 671,7 km que fizemos juntos (sim, sei a este nível porque sempre tive o cuidado de os marcar com o Strava).












Foste uma excelente companhia, embora "rezingoza" algumas vezes mas nunca deixaste de puxar por mim. Tratei-te com todo o carinho que me foi possível e mesmo estando a preparar o meu casamento, nunca deixei de te dar atenção.










Pelo nosso trajecto juntos, tiveste alguns problemas de saúde que, felizmente foram bem tratados e tenho a consciência tranquila de que fiz tudo o que podia por ti.












Ultrapassamos juntos muitos obstáculos, desde subidas íngremes a dias inteiros de chuva, de ciclovias em Lisboa a passeios nocturnos por Sintra.











Mas este dia era inevitável.... Faço-o de cabeça erguida e tranquilo de que fomos o melhor possível um para o outro. Sei que será diferente daqui para a frente mas que terás sempre um lugar na minha memória (e do Strava também)...Sei que vais para um sitio melhor, onde serás igualmente bem tratada, por alguém que te irá estimar muito.


Por isto tudo, muito obrigado! Adeus... Foi um prazer pedalar contigo!

Entrego-te como te recebi, sem apetrechos e sem ar citadino. Mereces essa última honra!


DISCLAIMER: Apenas para garantir que não firo susceptibilidades, não! Isto não é uma carta de amor ou algo assim! É apenas a minha forma de me exprimir que pode soar parva ou ridícula. Tenho o mau hábito de personificar todos os meus veículos e a Torah não seria uma excepção. Por essa razão, achei que seria adequado fazer um post sobre o último dia que estivemos juntos :)

NOTA: Aproveito este post para dizer que o projeto E-Torah também já não se poderá realizar.

De volta ao ciclismo urbano


Duas semanas depois de voltar ao trabalho, a rotina começa a ser algo de normal e não o sacrifício dos primeiros dias. Quando o despertador toca já não achamos que o demónio está a bater-nos à porta e as viagens de comboio já não são o local de combater os nossos pensamentos sobre "tão bom que era começar as férias hoje..."
Embora estar sem as preocupações do trabalho na cabeça, a rotina diária de voltar ao emprego tem as suas coisas boas. Não digo com isto que me importava novamente de estar de férias, não me interpretem mal :)

E porquê este desabafo? Achei que era uma forma interessante de enquadramento para um episódio que ocorreu... onde? No trabalho claro está! (eu e a minha mania de escrever como se alguém me estivesse a responder :P)

Na segunda semana de trabalho, já me sentia mais desenferrujado e andei todos os dias na Torah. Dois deles fui para LX, os outros três para a estação de CSC.
NOTA - Foi a primeira vez que fiz uma semana completa (dias úteis) a ir de bike. Devo acrescentar também que no Domingo anterior tinha andado com o pessoal do costume na serra. Contas feitas, são 6 dias consecutivos!

Na terça, primeiro dia que levei a Torah para LX, na ida habitual aos balneários para trocar de roupa antes do meu regresso a casa, encontrei um senhor lá que também tinha o capacete e a garrafinha de água habitual de quem pedala. Não sei bem como a conversa começou (algo sobre ficarmos sem ligação à net no escritório), mas disse a certa altura: "É bom ver que não estou sozinho..."
E ele contou-me a história sobre estar de bicicleta. Por tópicos é algo assim:
  • Queria fazer exercício mas não achava particular piada a correr;
  • Estava farto das infames e constantes greves do metro;
  • A esposa e o filho tinham bikes novas, ele ficou com a antiga da esposa e decidiu dar-lhe uso;
  • Poupança monetária ao final de um ano (não comprando o passe) que lhe permitia comprar uma bike melhor;
  • Bem estar.
Ao ouvir isto, foi-me impossível não me identificar com a história. Embora com algumas diferenças, o que nos motivava era o mesmo!
Ele esperou que eu terminasse de me equipar e seguimos os dois até ao parque onde tínhamos as nossas princesas de ferro (para outro poderão ser de carbono mas nós ainda não chegamos a esse ponto).
Quando vi a bike dele, ainda mais me identifiquei! Tal como eu, tem uma bike básica, sem nada de peças espectaculares que a façam voar ou bater recordes de velocidade. Apenas uma simples e singela BTT que nunca nos deixa mal e nos leva a todo o lado! Cada um seguiu o seu caminho. Eu fui com o sorriso na cara de ter encontrado alguém que, tal como eu, começou do zero, sem medos e arriscou em atirar-se para esta vida de duas rodas.

Dois dias depois, no segundo dia que levei a Torah para LX, no momento de voltar para casa, novamente no balneário, lá estava novamente o senhor, a equipar-se para pedalar após mais um dia de trabalho. Cumprimentou-me e logo lhe perguntei:
"Afinal de contas estivemos a falar um bom bocado e nem nos apresentamos...". E ele respondeu: "É verdade. O meu nome é J!"
"Ah é?! Então de certeza que és boa pessoa!", disse eu animado por saber que tínhamos o mesmo nome :)
Falamos mais um bom bocado, trocamos algumas informações sobre as nossas áreas de actuação na empresa e sobre os progressos que ele tinha feito nos últimos dias:
"Já noto alguma diferença. O primeiro dia é o pior, depois disso, o tempo que demoro tem reduzido. E dá-me gozo fazer isto!"
Para quê dizer mais... Está tudo dito!

Acredito que nos vamos encontrar muitas mais vezes. E este foi apenas mais um conhecimento que travei. É impressionante ver a facilidade que as duas rodas têm para que completos estranhos comecem a falar do nada...

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Stats de Julho


Julho, o mês do meu casamento, das férias e da lua de mel... Enquanto que estas coisas são fantásticas, as contas complicaram-se...

Mês anterior:
Tempo: 14h10m
Distância: 208,3Km
Ganho de altitude: 2636m
Número de voltas: 28


Julho 2015:
Tempo: 2h24m
Distância: 23,7Km
Ganho de altitude: 589m
Número de voltas: 1


Acumulado 2015:
Tempo: 35h19m
Distância: 545,7Km
Ganho de altitude: 5605m
Número de voltas: 82



Ao fecho do mês, ao contrário do que esperava, ainda estou à frente do P.C. no distance challenge. Decerto que não será assim por muito tempo porque estive um mês inteiro sem pedalar enquanto ele, como bom adversário, passou as férias a andar:

Distance Challenge:
Eu: 545,7Km
Ele: 533,5Km
Diferencial: +12,2Km


Tenho de me por a mexer rapidamente se quero recuperar...