quinta-feira, 10 de setembro de 2015

A pintura


Após pensar bastante no assunto, finalmente decidi-me nas cores que iria utilizar para a Utopia. Decidi manter as coisas simples e fui para uma combinação de cores que gosto bastante: Verde e Preto.

Ficará o Verde para os principais componentes (e maiores) o que irá ajudar a visibilidade nocturna. Alguns detalhes ficarão em preto para contraste (meramente estético).

Spray Preto Brilhante
Spray verde Pistacho

As latas de spray foram adquiridas no AKI. Tive de lá voltar uma segunda vez porque o verde não chegou. No total, as três latas ficaram abaixo dos 20€.

Pintura dos componentes pretos em curso
Pedaleira a secar
Parte do porta bagagens, anilha fixação espigão selim e
parte dos travões
Veio pedal esquerdo, espigão selim e volante
Veio pedal esquerdo
Espigão selim
Volante
Todas os componentes verdes excepto o garfo
Fixadores porta bagagens
Quadro
Avanço volante
Porta bagagens
Fixadores guarda lamas (o da direita foi adaptado para a Torah)
Pintura dos cubos das rodas

Está quase tudo pronto... A fase da montagem aproxima-se! Na verdade, tem mesmo de ser rápido porque para poder pintar o porta bagagens, teve de sair da Trailrock. E isso significa que até a Utopia estar pronta, não irão haver pedaladas para Lisboa. Agora, apenas até Cascais porque fazer os restantes 18 Km com a mochila cheia às costas, não será uma boa ideia...

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Trabalho estrutural

Embora esteja a "postar" com alguns dias de atraso, o trabalho vai de vento em popa :) Detalhes da preparação e aplicação da primeira fase de pintura (apenas primário).
Eu sei que a cor que estão a ver é estranha e dá um ar de bicicleta de uma criança de 5 anos. Eu sei... Mas relaxem... daqui a uns dias vão ver o resultado final :)

Componentes estruturais com a primeira demão de primário

Detalhe do quadro e apoios dos cabos para a traseira

Espigão do selim

Avanço para fixação do volante

Volante

Limpeza da pedaleira e veios dos pedais com petróleo

Pedaleira e veio de pedal protegido para a pintura

A protecção da parte de trás

Porta bagagens totalmente desmontado para a pintura

Algumas informações adicionais:
  • Utilizei película aderente para isolamento de partes que não quero que sejam pintadas. É um recurso barato e extremamente versátil para aplicações de pintura a spray.
  • Fita de pintor é o melhor amigo de quem faz estes trabalhos. É de papel, tem uma cola forte o suficiente para ficar onde a metemos mas tira-se facilmente sem deixar resíduos de cola.
  • O porta bagagens não necessitou da aplicação de primário uma vez que é "novo" (tem cerca de 5 meses) e encontra-se em bom estado. Pode ter a aplicação directa de tinta.
  • Todos os componentes foram lixados manualmente antes da aplicação do primário. Após cada camada de tinta, terá de ser lixado novamente para que a próxima camada "agarre". Aconselha-se a utilização de lixas com grão cada vez mais fino quando nos aproximamos da demão final.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Como ela estava...

Depois de demasiado bla bla bla e pouca acção por aqui, o trabalho na Utopia já se iniciou.

Hoje apenas deixo-vos com alguns detalhes do estado em que se encontrava (fotos durante o momento de desmontagem):



















Palavras para quê? Acho que representa bem o que indiquei nos últimos posts certo?

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

O inventário


Enquanto me decido pela cor a aplicar à Utopia, tempo de fazer o levantamento entre o que tenho, o que posso usar, o que não posso usar e o que necessito de adquirir...

O que se salvou:

  • Desviador frontal - Shimano modelo desconhecido.
  • Desviador traseiro - Shimano Acera.
  • Cassete - Shimano de sete velocidades, modelo desconhecido.
  • Pedaleira de três pratos - Terá também um trabalho de restauro mas encontra-se bem em termos estruturais.
  • Manetes de travão com mudanças integradas - Shimano, modelo desconhecido. Embora estejam bastante "cansadas", estão 100% funcionais. Necessitam de uma boa limpeza e lubrificação mas irão desempenhar bem a sua função. Sim, os números que identificam a mudança actual há muito que desapareceram mas isso será revisto no futuro (já tenho a ideia em mente).
  • Travões V-Brake - Tektro em metal. As molas estão com bastante força e não apresentam nenhum dano visível.
  • Jantes e respectivos cubos - À partida, a da frente será substituída pela que vem no kit eléctrico mas terei de manter a de trás. Como tenho outro conjunto de jantes que não estão a uso, vou verificar quais estão em melhor estado.
  • Todos os componentes estruturais - Quadro, volante, espigão volante e garfo estão neste momento em fase de restauro. O garfo não será utilizado mas na altura que iniciamos os trabalhos de restauro ainda não tinha encontrado nenhuma suspensão que se aplicasse.

O que não teve a mesma sorte:

  • Calços de travão - Para além de estarem mesmo muito gastos, como estiveram erradamente colocados, a superfície de contacto já não é a totalidade do seu comprimento. Adicionalmente, com poder de travagem, não gosto de brincar.
  • Punhos - O estado deles era tão mau que no momento que os desmontei, foram directamente para o lixo!
  • Cabos de travão - Diz a boa prática de manutenção que para além de os devermos manter bem lubrificados, que terão de ser trocados de forma semi-regular. Ora estes nunca foram mudados. ME-DO!
  • Cabos das mudanças - O mesmo do ponto anterior. Neste caso, o da frente parecia em melhor estado. Foi provavelmente substituído ao longo da vida da bike.
  • Bichas de cabos de travão e de mudanças - Se os cabos estavam maus, as bichas estavam piores! Alguns troços partidos, ferrugem interna em todos eles, enfim... Tudo o que se pode pedir de uma bicicleta...
  • Corrente - Em melhor estado do que se poderia esperar para a idade. Mas como teria de ser retirada para o restauro e não tinha elo de ligação, foi cortada. Além disso, pela experiência que tive na Torah, trocar a corrente para uma nova faz uma grande diferença de esforço em distâncias superiores a 5 Km.
  • Selim - Posso admitir que o estado não é o melhor mas não é essa a minha principal motivação para a substituição. É rijo, desconfortável e com um formato que não pretendo para a Utopia.
  • Pneus - Mais uma vez o estado não era famoso. Na verdade era bastante mau. Mas para além disso, pretendo usar pneus de menor atrito, direccionados para a cidade. Algo mais estreito, mas com algum rasto porque andarei em todas as condições climatéricas.

O que veio da Torah:

  • Guarda lamas frontal e traseiro - O kit básico da Decathlon que modifiquei levemente para a Torah. Estas alterações serão muito provavelmente também aplicadas à Utopia.
  • Luz frontal - Recarregável via USB com três modos de funcionamento. Tenho em trânsito  (da China para Portugal) uma igual por várias razões: Caso queira fazer novas pedaladas nocturnas pela serra, fico com a luz adicional que queria, se ficar sem bateria numa, tenho sempre a outra.
  • Luz traseira - Recarregável via USB com três modos de funcionamento.
  • O porta bagagens - Está actualmente na Trailrock mas será substituído para a Utopia. Não tenho ainda a certeza mas é provável que seja intervencionado em termos de pintura. Algo a ver quando chegar a altura.
  • Reflectores das rodas e traseiro - Porque visibilidade nunca é a mais!

O que será novo:

  • Suspensão frontal - Nova não é, é nova nas minhas mãos! De origem, esta bicicleta não tinha suspensão. Principalmente por ter o motor na roda frontal mas também por conforto, é imprescindível ter este componente. 
  • Calços de travão
  • Punhos
  • Corrente
  • Cabos de travão + bichas - Ao pesquisar preços verifiquei que saia bastante mais barato comprar o kit de cabo + bicha do que os componentes isolados. Adicionalmente, trazem também os terminais para a ponta dos cabos para evitar que estes se "desfiem".
  • Cabos de mudanças + bichas - Tal como nos travões, é mais barato comprar em kit do que em separado e também possuem os terminais para as pontas.
  • Selim

NOTA - A foto inicial deste post não é da minha "oficina" (se é que posso chamar isso ao meu jardim). Foi apenas uma foto que encontrei que achei que fazia sentido para o tema que iria falar :)

sábado, 5 de setembro de 2015

Re-Ciclar


Re-Ciclar - O hífen não é um engano e é totalmente intencional!
Desde que faço os meus trabalhos manuais com o meu pai (desde criança) que fui habituado a reutilizar materiais para outros fins. Um exemplo disso é a minha casa, cujos móveis (por exemplo) são 80% feitos com outras madeiras antigas. Claro que alguns deles foram comprados, mas os que nós fizemos foram totalmente refeitos com materiais antigos.


Reciclar - embora não no verdadeiro sentido pelo qual normalmente se associa a palavra - está-me no sangue.

Agora associar isto ao projeto (estou para aqui a divagar e ainda não expliquei nada):
A Utopia será feita com uma bicicleta antiga que não teria qualquer utilidade para além do lixo. Decerto que 90 (ou mais) dos seus componentes seriam reciclados para a produção de novas matérias primas, mas isto consome energia e recursos preciosos do nosso planeta. Se eu puder usar algo que apenas necessita de ser transformado e restaurado, porque não?


"Ah e tal vai provavelmente custar mais dinheiro do que comprar uma nova, é apenas uma bicicleta, és apenas uma pessoa, vai dar trabalho, não é possível que apenas tu mudes o mundo!"

Tudo isto é verdade. Vai ser caro, vai ser apenas uma bicicleta num universo como Lisboa (que até é pequeno), vai dar mesmo muito trabalho e sem dúvida que não vou conseguir mudar o mundo. Mas ao menos tenho o poder de mudar o meu... E quem sabe de alguém à minha volta... Ou de alguém que leia isto e se sinta inspirado / motivado a fazer o mesmo...
Li num livro uma frase que me marcou: "Vamos mudar o mundo... Uma pessoa de cada vez..." Posso ir desta para melhor proximamente (nunca sabemos) e quero fazer o que está ao meu alcance - pelo menos - para não piorar o ambiente (é o mínimo que posso fazer).

E porque que carga de água estou eu a tocar neste assunto? Falei no post anterior que iria reutilizar. Ponto final. Qual é a minha necessidade de estar a insistir no assunto?
Para começar, adoro "dissertar", escrevendo longos "walls of text" no telemóvel que a maior parte de vós não tem paciência para ler (admitido por alguém que vê o blog de vez em quando).
Segundo, quando temos uma conversa frente a frente com alguém, dizemos muito mais em dois minutos do que eu escrevo num post.
Terceiro, falo pelos cotovelos (já deve ser notório a esta altura do campeonato).
Por fim, para exprimirmos exactamente o que estamos a pensar, podemos ocupar umas belas linhas de texto...


Mas de volta ao Re-Cycle... Fiz este trocadilho de forma involuntária no post anterior. Como me comecei a perder na essência da palavra, troquei o texto para aqui de forma a não misturar conceitos.
A Utopia é a verdadeira definição de Re-Cycle:
1. Nova utilização para algo que já não tinha utilidade.
2. Voltar a "ciclar"


Isto tudo leva-me a pensar na quantidade de coisas que não reaproveitamos no dia-a-dia. E vou manter-me apenas nas bicicletas e mostrar algumas das utilidades que podemos dar:
Uma câmara de ar furada - Quando vou para as minhas voltas de BTT levo sempre uma nova para o caso de ter um furo mas felizmente nunca aconteceu. Caso aconteça, para além da parte óbvia de poder ser remendada e usada novamente no futuro, pode ter outras funções:
  • Usar como borracha de eliminação de ruidos - nunca tiveram uma cadeira ou uma cama a ranger? Coloquem um pouco de camera de ar entre duas peças de madeira e vejam a diferença.
  • Usar como elástico - Aqui as hipóteses são imensas! Já usei como fixação de uma lanterna ao volante, fizemos terminais de metal e usamos como fixadores da cobertura da piscina, etc.

Este é apenas um exemplo. A seu tempo, caso faça alguma aplicação duma peça (ou parte de uma peça) velha ou estragada de uma bicicleta num âmbito diferente, coloco aqui no blog, com a tag Re-Cycle.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Tarefas, prazos e objetivos


Sendo coordenador de uma equipa técnica de manutenção de sistemas SAP (sim, somos os duros do código mas não é por isso que nos fechamos em caves sem contacto com o mundo exterior), estou demasiado habituado a trabalhar com gestão de projecto e todo o planeamento que isso envolve. Talvez por isso chame projectos ás alterações que faço às bicicletas, talvez por isso faça listas de tarefas, talvez por isso faça análises de custo/risco.
Agora que fechei o que pretendo fazer, está na altura do planeamento e todas as suas sub-áreas. 

Comecemos pelos requisitos:

  • Utilizar a antiga bicicleta do meu pai para base de modificações
  • Desmontar toda a bicicleta (toda mesmo)
  • Reaproveitar as peças que estejam em condições
  • Inventariar as peças que terão de ser substituídas
  • Nova pintura de quadro em três fases (primário, cor, verniz proteção)
  • Limpeza profunda e lubrificação de todos os componentes
  • Re-assembly de todas as peças (versões 0.X)
  • Adaptação para motor eléctrico (versão 1.0)


Filosofia deste projecto:

Uma das coisas que falo desde a criação deste blog, é o factor dos custos. Por mais que digamos que não, a viabilidade de toda e qualquer actividade é condicionada pelo budget que temos para gastar (ou que estamos dispostos a gastar). No caso do Projecto Torah, esse era o principal requisito (manter os custos no mínimo). Na análise inicial que fiz para a Utopia, percebi logo à partida que os valores iriam disparar para níveis superiores (mesmo muito superiores). Questionei-me várias vezes sobre a sua viabilidade neste âmbito. Estamos a falar de kits eléctricos na casa dos 500€. É muito investimento para aplicar numa bicicleta com cerca de 15 anos!


Motivações para este projecto:

Quando tomei a minha decisão, escrevi numa cábula quais eram as minhas motivações para levar este projecto avante. Mais importante que isso, seria não olhar para trás e viver com a escolha / investimento que decidi fazer (acho que não é a primeira vez que digo algo assim :) ).
  • Utility Driven - Como disse acima, o dinheiro é o principal condicionante. E será sempre! Mas tenho de me abstrair desse factor e pensar na utilidade. Esse é o driver principal! Caso demore mais a desenvolver devido a custos, espera-se mais tempo. O importante é responder a todos os requisitos que defini.
  • Enviroment Friendlly - É verdade que na sua essência, uma bicicleta é um  veículo amigo do ambiente. Mas é mais do que possível não cumprir com este requisito! Nas minhas pesquisas encontrei várias opções (por vezes mais baratas) de bicicletas/mini scooters com motor a gasolina. NÃO! Eu quero algo que não tenha impactos nocivos para o ambiente! Claro que podem sempre alegar que a electricidade que consumimos em nossa casa tem a geração de algum nível de poluição e é verdade. No momento que uma bicicleta tem um motor, mesmo sendo eléctrico, já polui mais do que sendo puramente a pedais. O que não poderão dizer é que havia soluções mais verdes :)
  • Realização pessoal - Sim, é para isso também. Das coisas que mais me orgulho na minha casa é olhar para algumas das peças que tenho (móvel, candeeiro) e pensar: "Fui eu que fiz aquilo...". Dou mais valor a algo que seja de trabalho manual, artesanal. Não sei explicar porquê mas simplesmente gosto!
  • Manter o Pai ocupado - Tal como eu (tenho a quem sair) o meu Pai não sabe estar quieto. Tem de estar sempre a inventar qualquer coisa. Mas dada a idade que tem e a vida que levou, já inventou tudo e mais alguma coisa para fazer. Mas aborrece-mo-nos porque tudo "soa a mais do mesmo". Sempre que arranjo novas coisas para fazermos, fica todo entusiasmado e quer logo partir para a acção (e depois dificulta-me a vida na documentação dos diferentes status porque sempre que o encontro já avançou com quatro fases :P). E vamos a ver as coisas como são: Não é lindo conseguirmos desenvolver estas actividades com a nossa família? Como sendo os nossos melhores amigos?


Prazos: 

Não tenho propriamente prazos para estes desenvolvimentos. O que tenho são ideias de quando quero ter as diferentes fases prontas (indicadas ao dia do mês que o domingo calha). Claro que se alguma delas falhar, não é por aí que o mundo vai acabar!

  1. Desmantelar a antiga bicicleta - Semana de 30 Agosto
  2. Limpeza e primário em componentes quadro - Semana de 6 se Setembro
  3. Pintura final componentes quadro e obtenção peças novas - Semana de 20 de Setembro
  4. Obter sistema eletrico e montagem final + componentes EBay - Semana de 4 de Outubro

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Trailrock - Versões 0.1 e 0.2


Como estou em período de transição, neste momento tenho na mesma apenas uma bicicleta para os dois tipos de utilizações que faço (urbano e BTT). Por essa razão, a Trailrock não terá apenas uma mas (pelo menos) três versões. Pelo menos é isso que tenho planeado...

Versão 0.1:
Considero a versão 0.1 o status inicial, 100% original, sem qualquer tipo de modificação:


Versão 0.2:
Como vou continuar a ir para Lisboa, tive de lhe fazer algumas alterações para que as viagens sejam mais confortáveis. Por experiência anterior, sei que pequenas alterações, diminuem drasticamente o esforço e aumentam o conforto:



Lista de modificações:
  • O porta-bagagens - Talvez seja a alteração mais notória em termos visuais e também em termos práticos. Se fica bonita? Não! Se fica prática? Sem dúvida. Utilizando a frase de um colega "A tecnologia tem o intuito de nos servir e não nós que servimos a tecnologia". Tudo o que me facilitar a vida, vou usar, mesmo que isso afecte o design. O que interessa é como eu me sinto e não o que os meus olhos vêem!
    Para que a fixação superior fosse possível, tive de adaptar o parafuso do banco. Guardei o que vinha fornecido para a próxima versão (dispenso o saca rápido no banco porque apenas eu a uso). Arranjei um parafuso mais comprido, com o mesmo passo de rosca (a braçadeira que aperta o veio é auto-roscante), duas porcas para servirem de espaçadores, duas anilhas para melhorarem a força aplicada e uma porca para fixar tudo no fim.
A artimanha para fixar os apoios superiores
Visão lateral
Visão traseira

  • Os reflectores das rodas - Sendo esta uma bike para fazer 90% do seu tempo fora de estrada e para andar de dia, os reflectores originais foram retirados. Ainda tentei tira-los com cuidado para uma possível utilização futura mas não foi possível...
O que restou dos reflectores. Sou mesmo um carniceiro :)

  • O suporte do telemóvel - Este é um acessório que não dispenso. Veio da Torah e será aplicado sempre que trocar de bike. Na verdade, embora neste momento apenas tenha uma a funcionar, já comprei o segundo para o próximo projecto (estará neste momento algures entre a China e Portugal porque os compro no EBay). A fixação está meio precária porque parti o apoio inferior ao apertar demasiado. Irei proximamente desmonta-lo e adapta-lo para que fique seguro.
A visão quando se está a pedalar
Visão lateral

  • Os pedais - Os que vieram eram muito parecidos com os que comprei há cerca de um mês atrás para a Torah (teve de ser porque um se partiu no assalto nocturno - mais info aqui). A única diferença são os pequenos "picos" que adicionam mais atrito e aderência ao calçado. Com tempo húmido ou mesmo em chuva, faz a diferença. Troquei os da Torah para a Trailrock e vice versa.
Os pedais de origem
Os pedais que tinha comprado para a Torah e usei durante duas semanas

  • A protecção para o desviador traseiro - Porque não o dispenso... Andar em trilhos estreitos e a passar por caminhos cavados pela água das chuvas, todo o cuidado é pouco. Foi comprado para a Torah e transitou para a Trailrock. Tive de lhe dar um "pequeno toque" (como quem diz entorta-lo ligeiramente) para que não roçasse no desviador. Antes fazia um ângulo de 90º e agora está um pouco mais aberto.
Antes da protecção instalada
Depois da protecção instalada

  • Os suportes para a água - Porque a maior parte das bicicletas não o trazem de origem, mais uma vez, transferi o que tinha na Torah para a Trailrock. Porque eu destilo totalmente quando ando mais do que 1 km (parece exagerado mas é verdade), tenho de ter dois.
Preparadinho para mais uma ida para o trabalho. Foto tirada às 7:00 :)

Existem depois os normais ajustes do banco, manetes de travão, manetes de mudanças, etc e tal. Mas essas não são propriamente modificações e por isso não têm direito a destaque.

Todas estas modificações foram feitas no dia em que a comprei. Na realidade, a versão 0.1 é apenas um benchmark/concept para futura comparação.

Em termos de planeamento, a próxima versão será a 1.0. Nesta, pretendo que fique finalizada e exclusivamente a ser usada fora de estrada. Nessa altura, darei por concluído o Projecto Offroad!

NOTA: Ao contrário do que indiquei num post anterior, não vou mudar o nome deste projecto. Será Projecto Offroad e não Projecto Trailrock. Já me habituei ao nome e assim as tags dos posts vão funcionar correctamente sem necessidade de edição posterior :)